(re)volto-me, volto-te as costas e, quando dou por mim, volto ao ponto de partida. Os meus passos atraiçoam a razão e levam-me ao princípio onde as vozes das memórias me sufocam a curiosidade que (sempre) me comanda. acho que este é o meu único ponto de equilíbrio - o meu eterno princípio e o meu caos. são voltas e voltas e, na volta, sempre te encontro.
2 de novembro de 2011
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