8 de setembro de 2010

recuerdos


Hoje falo-te eu de abraços e daquela vontade única de te ter bem perto do meu peito, mesmo a jeito de seres envolvido no conforto dos meus braços!




29 de março 2009

6 de setembro de 2010

trago-te o cheiro nas mãos.


sufoco-me em novelos de palavras que extravazam a minha mente enquanto o grito do desejo fala mais alto que o meu próprio pudor. agarro-me a ti lançando-te pedido de socorro. não sei se o faço à procura das palavras que me faltam ou se o que quero é esconder as que de ti não quero.

que (me) fazes tu turbilhão vivo, para que em mim fique sempre
tanto de ti!?

16 de agosto de 2010

um dia

E vais para longe. E todos os dias regressas, por volta da mesma hora, para que seja dado por terminado o “tempo de guerra”.



14 de agosto de 2010

acontece

Parece-me familiar. Os olhares que tão inocentemente se cruzam fazem-me lembrar outros olhares, de tantas outras noites que não esta. Um olhar que já vi, uma noite que já vivi, mas não sei onde. Acontece. Nisto a cumplicidade torna-se arma, e encosta-se ao meu peito. A minha boca perde o reconhecimento das palavras e perde-se ..em ti. Não houve fim àquela hora. Tu falavas. E eu? Eu pensava (e penso) porque razão quero sempre calar a voz que trago.

7 de agosto de 2010

de fácil a frágil.

exposta no encosto da vida
(repleta de beijos e balas perdidas)
tão bela e fodida.